Debilidade

11:47

Perdoei verdades aos meus olhos ditas, 

Antes que perdesse em meu peito as batidas, 
Adormeci minha mente inquieta,
Mas novamente ela se desperta. 

Não entendo os erros repetidos,
E essas palavras que me sangram os ouvidos,
Sois como corda para a bailarina, 
Que dança buscando sobre mim a ruína.

Transbordo-me de perguntas, 
Das mais tolas, as mais imundas, 
As respostas são peças infundadas, 
Difíceis de serem formadas. 

Cabe a meu débil modo de ser, o perdão,
Apagar teu rastro, mesmo vendo o borrão, 
Que suja tua face e me desmotiva,
Eu sei, verás isso como outra má iniciativa...




Vá embora não, tome mais uma dose

1 comentários

  1. Uau!!! Que maravilha de poema Guilherme!!! tantelendo lindo!!! =D
    Fico feliz em conhecer um blog tão belo e com conteúdo tão bom!

    Parabéns aos escritores!

    Vou ficar por aqui hein!

    Abraços!
    Pensamentos Valem Ouro

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